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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Relatoria do COREHI Norte/Nordeste 22/07/09

Antes de encaminhar o “relato” do COREHI Norte/Nordeste algumas informações:
1 A relatoria era pra ser feita por outras pessoas (acho que Cleidson UFS e Joana UECE) e que por conta da atribulada reunião não conseguiram fazer.
2 Como eu estava organizado a reunião anotei os principais encaminhamento da reunião.
3 O COREHI aconteceu em dois dias, por isso não estranhem a relatoria.

COREHI 22/07/09 (1 dia de COREHI)
Escolas presentes: UFAL, UEPB, UFPB, UFPI, UNEB-SJ, UCSAL, UFRN, UFAC, UFAM, UFPE, UFRPE, UFPA.

Pauta:
Repasse do EREH 2009
Avaliação da atuação da FEMEH
Rompimento Norte/Nordeste
Próxima escola sede
FEMEH NORTE/NORDESTE – Coordenações
Escola sede do nacional 2010


Repasse do EREH 2010: A plenária do Ereh 2009 decidiu entre outros pontos: o rompimento entre Norte e Nordeste no Ereh a partir de 2010 e a próxima escola sede do norte será em Roraima.

Avaliação da atuação da FEMEH: Não deu para anotar as intervenções segue apenas as deliberações:
· Sobre comunicação da FEMEH: ativar o site e a lista da FEMEH. Criar um blog e manter reuniões virtuais;
· Informativo regional a cada 06 meses;
· Política de finanças: venda de camisas, adesivos e bandeira da FEMEH
· Seminário de formação por coordenação.

Rompimento Norte e Nordeste: Depois do repasse da UFAM a discussão foi feita em torna da legitimidade do rompimento (se o espaço da plenária final era soberano ou se iríamos encaminhar para a plenária final do CONEHI). Foi feita a proposta de olharmos o estatuto. Foi feita uma comissão de 05 pessoas (Rafael Ufrpe, Larissa Ucsal, Guto Ufpa, Joana Uece, Cleidson Ufs) mais a coordenação nacional da FEMEH (Cahis da Ufes).

Próxima escola sede do nacional: como a reunião já estava com quase 04 horas de duração tivemos a apresentação da próxima escola sede do nacional já que as escolas a se propor eram do Nordeste. UFRN e UECE fizeram a apresentação da proposta e terminamos o primeiro dia de Conehi.

O segundo dia de COREHI não sei quem ficou responsável de mandar a relatoria. Sei que foi reconhecido o rompimento e por conta disso começou um COREHI Nordeste e Larissa Ucsal é que ficou responsável pela relatoria.

Hitallo Viana
História Ufal
Dce-Ufal Gestão: "Amanhã vai ser outro dia" 2008-2009
Grupo Além do Mito

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danilo feop

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Relatoria do COREHI Norte/Nordeste 22/07/09

Antes de encaminhar o “relato” do COREHI Norte/Nordeste algumas informações:
1 A relatoria era pra ser feita por outras pessoas (acho que Cleidson UFS e Joana UECE) e que por conta da atribulada reunião não conseguiram fazer.
2 Como eu estava organizado a reunião anotei os principais encaminhamento da reunião.
3 O COREHI aconteceu em dois dias, por isso não estranhem a relatoria.

COREHI 22/07/09 (1 dia de COREHI) Escolas presentes: UFAL, UEPB, UFPB, UFPI, UNEB-SJ, UCSAL, UFRN, UFAC, UFAM, UFPE, UFRPE, UFPA.

Pauta:
Repasse do EREH 2009
Avaliação da atuação da FEMEH
Rompimento Norte/Nordeste
Próxima escola sede
FEMEH NORTE/NORDESTE – Coordenações
Escola sede do nacional 2010

Repasse do EREH 2010: A plenária do Ereh 2009 decidiu entre outros pontos: o rompimento entre Norte e Nordeste no Ereh a partir de 2010 e a próxima escola sede do norte será em Roraima.

Avaliação da atuação da FEMEH: Não deu para anotar as intervenções segue apenas as deliberações:
· Sobre comunicação da FEMEH: ativar o site e a lista da FEMEH. Criar um blog e manter reuniões virtuais;
· Informativo regional a cada 06 meses;
· Política de finanças: venda de camisas, adesivos e bandeira da FEMEH
· Seminário de formação por coordenação.

Rompimento Norte e Nordeste: Depois do repasse da UFAM a discussão foi feita em torna da legitimidade do rompimento (se o espaço da plenária final era soberano ou se iríamos encaminhar para a plenária final do CONEHI). Foi feita a proposta de olharmos o estatuto. Foi feita uma comissão de 05 pessoas (Rafael Ufrpe, Larissa Ucsal, Guto Ufpa, Joana Uece, Cleidson Ufs) mais a coordenação nacional da FEMEH (Cahis da Ufes).

Próxima escola sede do nacional: como a reunião já estava com quase 04 horas de duração tivemos a apresentação da próxima escola sede do nacional já que as escolas a se propor eram do Nordeste. UFRN e UECE fizeram a apresentação da proposta e terminamos o primeiro dia de Conehi.

O segundo dia de COREHI não sei quem ficou responsável de mandar a relatoria. Sei que foi reconhecido o rompimento e por conta disso começou um COREHI Nordeste e Larissa Ucsal é que ficou responsável pela relatoria.

Hitallo Viana
História Ufal
Dce-Ufal Gestão: "Amanhã vai ser outro dia" 2008-2009
Grupo Além do Mito

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danilo feop

Eneh 2009 - Lista da Femeh Nordeste


De acordo com as deliberações da Plenária final do EREH 2009 - Manaus, Norte e Nordeste agora tem encontros regionais independentes e precisam se organizar de forma dissociada, neste sentido o objetivo desta lista é contribuir na comunicação entre @s estudantes de história do Nordeste nesta nova etapa da FEMEH.

O Nordeste construindo uma FEMEH de lutas!

Como foi discutido no COREHI... o grupo está criado. Se alguém quiser ser co-proprietário, fala que eu adiciono!


Endereços de e-mail do grupo
Enviar mensagem: femehnordeste@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo: femehnordeste-subscribe@yahoogrupos.com.br
Sair do grupo: femehnordeste-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietário da lista: femehnordeste-owner@yahoogrupos.com.br


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Larissa Montenegro
História - UCSAL
Coletivo Nadando Contra a Maré
Ciências Sociais - UFBA
Contraponto - Por um Movimento Estudantil Democrático e de Luta
http://www.contraponto.cjb.net/
(71) 91489599/ 92880808


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danilo feop

Eneh 2009 - Plenária Final

A plenária final do XXIX ENEH, ocorrido em 2009 em Belém do Pará, não teve quórum para deliberação. Sendo assim, foram aprovadas somente as propostas consensuais. Não foram deliberados na plenária a escola sede do próximo encontro e tampouco as escolas que comporão a coordenação nacional da entidade.

Foi instalado um CONEHI ao término da plenária, com 18 escolas, o qual homologou as candidaturas à coordenação apresentadas no outro CONEHI ocorrido no encontro. Ocupam agora a coordenação nacional: UFPR e UFES. Não houve uma terceira escola candidata, ficando o indicativo de que tal decisão seja tomada no próximo CONEHI. Também foi lançado para o próximo CONEHI a decisão quanto a escola sede do ENEH.

O próximo CONEHI acontecerá conjuntamente com o COREHI nordeste, na UFAL, seguindo as datas:
04 e 05 de setembro - COREHI nordeste.
06 e 07 de setembro - CONEHI.

Relatorias dos CONEHIs e convocatórias formais serão encaminhadas à lista em breve.

Beijo, Becca.
CAHIS - UFPR
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As resoluções da Plenária Final estão aqui no blog.
Danilo feop

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Resoluções ENEH 2009 (UFPA)

A plenária final do XXIX ENEH, ocorrido em 2009 em Belém do Pará, não teve quórum para deliberação. Sendo assim, foram aprovadas somente as propostas consensuais. Não foram deliberados na plenária a escola sede do próximo encontro e tampouco as escolas que comporão a coordenação nacional da entidade.

Foi instalado um CONEHI ao término da plenária, com 18 escolas, o qual homologou as candidaturas à coordenação apresentadas no outro CONEHI ocorrido no encontro. Ocupam agora a coordenação nacional: UFPR e UFES. Não houve uma terceira escola candidata, ficando o indicativo de que tal decisão seja tomada no próximo CONEHI. Também foi lançado para o próximo CONEHI a decisão quanto a escola sede do ENEH.

O próximo CONEHI acontecerá conjuntamente com o COREHI nordeste, na UFAL, seguindo as datas:
04 e 05 de setembro - COREHI nordeste.
06 e 07 de setembro - CONEHI.

Relatorias dos CONEHIs e convocatórias formais serão encaminhadas à lista em breve.

Beijo,Becca.
CAHIS - UFPR

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PLENÁRIA FINAL DO XXIX ENEH
Pauta
-Informes;
-Avaliação do XXIX ENEH (30´);
-Aprovação das propostas;
-Escola sede do XXX ENEH;
-Coordenações Nacionais.

CONJUNTURA
O centro da conjuntura internacional hoje é a crise mundial do capitalismo, que não é uma crise apenas econômica, mas política, ambiental e de perspectiva de sociedade. O governo Lula assim como os governos nos países centrais no capitalismo já derramou bilhões de reais nos bolsos dos grandes banqueiros e capitalistas, além de emprestar dinheiro ao FMI, instituição a serviço do imperialismo que impõe sua agenda neoliberal aos países periféricos do capitalismo.
-Que @s trabalhador@s e a juventude não paguem pela crise!
- Mais verbas para saúde e educação!
- Contra as demissões!
- Contra os empréstimos ao FMI!

Contra a medida provisória 458 que regulamenta a grilagem e a devastação na Amazônia.

Pela Petrobrás 100% estatal, pelo fim dos leilões da ANP e que os recursos advindos da camada pré-sal sejam investidos em áreas como educação, saúde, reforma agrária e urbana.

Contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza.

Contra o Imperialismo brasileiro na América latina e pela retirada das tropas do Haiti.

Moção de apoio ao movimento das Fábricas Ocupadas e à fábrica ocupada Flaskô.

Que a FEMEH se articule com os movimentos sociais do campo e da cidade para a construção de uma nova forma de organização social e se solidarize com a luta de todos os trabalhadores.

Uma das formas de desviar os recursos do povo brasileiro é a dívida pública, debate caro aos movimento sociais que nos últimos anos quase que sumiu. Foi instalada pela mesa diretora da câmara a CPI da dívida pública a qual nem todos os partidos políticos indicaram seus membros. No último ano o governo destinou mais de 30% do orçamento apenas para pagamento dos juros da dívida, dinheiro que se investido em educação, saúde, moradia e reforma agrária melhoraria muito as condições de vida da maioria da população oprimida, explorada e excluída de direitos. A partir disso a FEMEH defende e imediata instalação da CPI da dívida pública na câmara. Pela auditoria das dívidas interna e externa e a suspensão do seu pagamento.

PRIVADAS
Luta contra o aumento das mensalidades nas universidades privadas.

Que a FEMEH garanta nos sues meios de comunicação (blog, cartilha, etc) espaço para as pautas das universidades pagas.

Que a FEMEH construa uma cartilha específica sobre as pagas que debata entre outros temas: reforma universitária (lei de mensalidades, PROUNI, FIES)

Construção do Movimento Estudantil nas universidades pagas.

Regulamentação do ensino nas universidades privadas por órgãos do governo.

Que seja instituído um grupo de trabalho sobre pagas, que contribua no aprofundamento do debate.

Que as coordenações regionais e estaduais (onde houver) busquem dialogar com as entidades de universidades particulares a fim de aumentar a rede do movimento estudantil de história nesse setor.

Que a FEMEH lute para que os estudantes de instituições particulares não sejam prejudicados pela crise que atingir seus financiadores.

Garantia do direito dos alunos financiados pelo PROUNI e FIES de concorrerem a bolsas integrais de iniciação científica.

Defesa do cumprimento do contrato assinado pelo estudante no ato de matrícula nas universidades particulares.

Defesa da participação estudantil nas questões sobre professores e grade curricular.

Que a FEMEH amplie o diálogo com o movimento estudantil das universidades pagas fortalecendo o Movimento Estudantil destas.

A FEMEH deve lutar para que a matrícula dos inadimplentes financeiros seja garantida.

Que a FEMEH defenda uma política de assistência estudantil real (acesso, permanência, qualidade), aliado à luta por ensino público, gratuito e de qualidade, aos alunos de ensino privado.

GÊNERO
Incorporação no currículo de todos os cursos de graduação (licenciatura e bacharelado) praticas de ensino para combater a homofobia e preconceitos em geral.

Tornar pauta do ME de história a reivindicação e ocupação de espaços escolares que discutam a sexualidade, em conjunto com as ciências biológicas.

Exigir que o governo que faça cursos gratuitos com seus professores a fim de levar tais discussões de gênero e sexualidade aos profissionais da educação atuantes, proporcionando novas práticas educacionais mais combativas.

Organizar o dia de luta contra a violência à mulher no dia 25 de novembro

Que a FEMEH incentive os CAs a promover debates sobre opressões.

Que os Seminários de Formação Política da FEMEH possam ter em suas pautas debates de formação e acúmulo sobre o tema de opressões com o objetivo de repassar o debate às escolas e centros acadêmicos.

Que as discussões sobre sexualidade e respeito às diversidades sejam preocupação da FEMEH em seus fóruns de discussão.

Que os 'ENEH's Gay' sejam organizados visando às discussões pelo respeito à diversidade sexual e de gênero.

Que os CAs e DAs realizem espaços de formação e debate sobre gênero e diversidade sexual nas universidades brasileiras.

Lutar pela ampliação de políticas públicas voltadas para mulheres.

Que haja diferenciação de gênero em todos os documentos oficiais da FEMEH.

Pela inclusão da diversidade sexual nos espaços educacionais (estrutura, currículo) a fim da democratização desse debate na educação.

Que a FEMEH seja a favor da descriminalização do aborto.

Que a FEMEH crie GTs permanentes sobre gênero e sexualidade

Que as escolas promovam debates sobre gênero e sexualidade em semanas acadêmicas, encontros regionais e nacionais.

Arquivos da ditadura
Pela abertura geral, imediata e irrestrita de todos os arquivos da ditadura militar.

Pela abertura não só dos arquivos da ditadura, mas de todos os arquivos, assim como a luta para que o acesso seja facilitado através de digitalizações e divulgações.

Pela revogação da lei 11.111 que instituí o sigilo eterno dos arquivos da ditadura militar.

Que a FEMEH lute para que os arquivos tenham um acesso mais democrático.

Que a FEMEH organize um seminário nacional pela abertura dos arquivos articuladamente com outros movimentos sociais.

Que a FEMEH redija uma moção de repúdio ao deputado federal Jair Bolsonário, que se referiu de forma depreciativa ao projeto que previa a busca pelos desaparecidos da guerrilha do Araguaya como 'quem busca osso é cachorro'.

A luta pela abertura dos arquivos da ditadura é uma das bandeiras prioritárias da FEMEH.

Que se faça uma campanha pela retirada das homenagens aos ditadores e torturadores do regime militar brasileiros (nomes de ruas, praças, colégios).

Movimento Estudantil e FEMEH
A FEMEH deve ser reorganizada, promover mobilizações e debates acerca do movimento estudantil em geral e especialmente no curso de história.

Que se dividam os lucros do encontros da FEMEH entre FEMEH e escola sede de acordo com o decidido na plenária final do encontro.

Que a FEMEH lute por uma forma de ingresso na universidade que contemple as especificidades regionais e a construção de uma universidade popular.

Jornada de lutas da FEMEH: que os ENEHs formulem calendários de lutas com um programa político claro.

Mobilização nacional no dia 11 de agosto (dia do estudante), greve contra as reformas implementadas na educação superior.

Que o ENEH tenha um espaço para debater currículo.

Que a FEMEH seja contra a dicotomia entre Bacharelado e Licenciatura, por uma formação integral d@ historiad@r.

Organizar uma forma de levar as pautas do MEH para espaços de outros cursos.

Que sejam reativados GTs permanentes e departamentos com temáticas específicas, os quais serão tocados por centros acadêmicos ou coletivos organizados nas escolas. Esses GTs devem produzir materiais para o acúmulo geral da FEMEH.

GD permanente sobre estrutura organizativa da FEMEH através do qual se debata uma alternativa que aproxime mais os estudantes

Que haja um caderno de textos pré-encontro para enriquecer o debate a ser travado nesses espaços.

A FEMEH criará imediatamente após o ENEH um blog contendo textos formativos, opiniões nas escolas e militantes, sendo um espaço de comunicação e de debate plural.

Que a instituição acadêmica seja pauta do debate da FEMEH.

Lutar por investimento para pesquisa.

Que a FEMEH construa uma nota de repúdio à resolução da ANPUH que impossibilita a participação científica dos graduandos nos seus espaços.

Construir espaços em suas respectivas escolas, como assembléias, para divulgação daquilo discutido no ENEH.

Que as coordenações regionais e nacionais da FEMEH, em aliança com os CAs e DAs promovam uma campanha nacional de divulgação da própria federação e de suas respectivas bandeiras

Que seja indicado às escolas a partir de suas entidades uma contribuição anual voluntária de acordo com a realidade de cada centro acadêmico.

Que as coordenações regionais incentivem a construção de FEMEHs estaduais.

Que seja feita uma calourada unificada com as pautas da FEMEH.

Por uma universidade pública gratuita, presencial, socialmente referenciada e de qualidade.

Promover debates acerca da assistência estudantil e construir a luta por uma política nacional de assistência.

Campanha nacional contra a restrição da meia entrada proposta pelo Senado e o monopólio das carteirinhas estudantis da UNE e da UBES.

Debater de forma contínua o REUNI procurando construir alternativas de expansão das IES.

Que a FEMEH construa em conjunto com os outros movimentos sociais estágios interdisciplinares de vivência como espaços de formação política para os estudantes de história.

Lutar por escolas piloto nas quais os estudantes possam estagiar tendo mais liberdade de atuação pedagógica e participando da administração da mesma, obtendo uma formação profissional e política da escola.

Ampliar espaços para a relação com movimentos sociais dentro da universidade.

Que a FEMEH participe do ato unificado contra a crise no segundo semestre incentivando a participação das escolas em cada estado.

Que a FEMEH fortaleça o FENEX.

Que a FEMEH debata a questão do acesso à universidade, se posicionando contra o novo vestibular proposto pelo governo.

Por um movimento estudantil combativo e autônomo, independente de governo ou entidades ou partidos políticos.

Maior diálogo com os estudantes alheios ou não ao movimento estudantil.

Por um movimento estudantil construído pela base.

Construir o dia nacional de mobilização contra a criminalização dos movimentos sociais.

Alavancar uma campanha nacional contra o corte de verbas na educação e contra os efeitos da crise econômica.

Campanha nacional pela re-estatização das empresas com ações nas universidades e no movimento operário.

Pela real implementação da lei 10.639 que inclui nos currículos do ensino básico o ensino de história afro brasileira.

Pelo fim do vestibular, pela universalização do ensino com qualidade!

Verbas públicas só para universidades públicas!

Pelo fim das fundações estatais de direito privado!

Na luta pelo passe-livre estudantil!

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danilo feop

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Situação atual do ônibus para o ENEH 2009 (Belém PA)

Como não teremos o apoio institucional da UFS vamos por nossa cconta mesmo!

O pessoal de direito terá o encontro no mesmo local e período, então foi articulada a viagem em conjunto. Numa discussão acabou-se chegando a esses pontos

1 - O valor cobrado será de R$ 225,00. Como se chegou a este valor?
O busão sai por 9 mil reais que dividido por 46 vagas sai em torno de R$ 196,00 por pessoa. Como é difícil fechar todas as vagas calculamos a divisão para 40 pessoas chegando ao valor de R$ 225,00. Evidentemente à medida que forem ultrapassando as 40 pessoas iremos devolvendo o dinheiro a mais dado por cada um. Ok?

2 - Não há reserva de vagas por curso, ou seja, quem confirmar primeiro, independente do curso, terá prioridade no ônibus. Então, se 40 estudantes de direito confirmarem primeiro, história fica com as 16 vagas restantes. Vamos nos ligar pessoal!!

Sendo assim, a partir desta segunda feira, 08/06, já passaremos em sala para divulgar entre as/os estudantes de história.
Também pediremos contribuições financeiras para que possamos divulgar o ônibus com cartazes pela UFS.

Abraços a todas/os.
feop

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sobre o ônibus para o ENEH 2009 (PA)

Então, infelizmente não temos mais perspectivas de conseguirmos o ônibus pela UFS. Isso porque antes da prioridade a ordem de chegada tem a prioridade no caráter do encontro:
1. Atuação de campo de professor;
2. Congresso de estudantes;
3. Encontro de estudantes.

Como o DCE pediu o ônibus para o Congresso da UNE eles têm prioridade.

Mas isso não impede de nos organizarmos e assim decidimos na última reunião. Iremos atrás de um ônibus buscando todas as alternativas possíveis, seja alugando, seja em parceria com universidades de outros estados ou solicitando na Secretaria de Educação. O primeiro passo é buscar os orçamentos.

Também decidimos por tornar permanente estas reuniões às quartas-feiras às 20:30h no mini-auditório de história. Então já temos outra marcada para próxima quarta dia 27/05/09. Não deixem de comparecer!!

Abraços, pois estamos na luta!
danilo feop

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Informes urgentes!! Ônibus do ENEH 2009 UFPA

Apesar do nosso processo de solicitação do ônibus da UFS no Ditran estar todo correto e com prioridade pela ordem de chegada, não temos prioridade por conta do caráter de nosso evento que é um Encontro de Estudantes diante da solicitação do DCE para o Congresso da UNE.

A prioridade é a seguinte:
- Trabalho de campo (professor em atividade com alunos ou pesquisa)
- Congresso
- Encontro de estudantes.

Por isso não temos prioridade. Além de que o Congresso da UNE engloba um maior número de estudantes e cursos.

Mas não paramos por aqui!

Confirmamos com o pessoal que foi para a reunião a busca de ônibus em diversas opções, desde alugarmos um a solicitarmos na secretaria de educação.

Como encaminhamento algumas pessoas ficaram de levantar orçamento e outra de entrar em contato com outros estados para dividir um busão.
Também definimos as reuniões semanais às quartas-feira às 20:30h no mini-auditório de história.

Então é esse o recado. Estamos na luta.

danilo feop

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ônibus para o ENEH 2009 (PA) - Reunião!!

Atenção colegas que estão interessadas/os em participar do ENEH 2009.

Quarta próxima (20/05/09) haverá reunião às 20h no mini-auditório de história. Compareçam todas/os interessadas/os, pois nesta reunião decidiremos os critérios para as vagas no busão da UFS.

E também mais informes sobre o processo de reserva do busão.

Abraços e até quarta!

danilo feop

sábado, 16 de maio de 2009

ENEH 2009 - Cine Eneh

http://www.enehbelem.4h.com.br/programacao/cine.html
A proposta do Cine ENEH é ser uma mostra de cinema feita por e para os estudantes de História que estarão no ENEH em Belém. Por esta razão, a sub-comissão cultural está aceitando sugestão de películas (curta ou longa-metragens) que serão exibidas durante todas as noites do Encontro. A ideia é garantir um espaço em que a diversidade cultural e cinematográfica do Brasil esteja presente, com a apresentação de filmes que retratem e discutam as diversar regiões do país e propiciem o debate maduro sobre os temas levantados. O tema dos filmes que podem ser exibidos é, claro, livre. No entanto, daremos preferência para películas que permitam a reflexão sobre o comportamento humano, cultura, sociedade, política, religiosidade, ou seja, todos aqueles temas que o estudante de História adora.

Mande sua proposta de exibição para cultural@enehbelem.4h.com.br
Vamos construir mais este espaço de interação entre nós!

danilo feop

ENEH 2009 - Eixos temáticos

http://www.enehbelem.4h.com.br/programacao/eixos.html
... definidos no Conselho Nacional das Entidades de História (CONEHI), ocorrido em dezembro de 2008 na Universidade Federal do Espírito Santo:

- A ocupação territorial do Norte
- A resistência dos povos da Amazônia
- Historiografia amazônica
- Conflitos socioambientais na Amazônia
- Regulamentação da profissão do historiador
- Currículo e ensino de História
- O ensino superior privado
- Conjutura
- Abertura dos arquivos da ditadura militar
- Federação do Movimento Estudantil de História
- Gênero e sexualidade
- Etnias e políticas afirmativas
- Movimento Estudantil e Universidade

NOTA:
É sempre importante lembrar que os eixos temáticos aqui definidos não limitam os temas que poderão ser abordados nas comunicações livres do ENEH, tampouco, marcam as únicas temáticas dos trabalhos completos que serão publicados nos anais do Encontro. Pra esses dois casos, o tema é livre e caberá à COENEH agrupar trabalhos de temas afins para possibilitar o diálogo nos grupos de trabalho.

Se o seu trabalho não contempla uma das temáticas acima descritas, envie-o para a COENEH da mesma forma, que ele terá seu espaço garantido. E-amil para envio de trabalhos:
trabalhos@enehbelem.4h.com.br


danilo feop

ENEH 2009 - Programação parcial

http://www.enehbelem.4h.com.br/programacao.html
A programação oficial ainda precisa ser fechada, com o tema das atividades e os participantes das mesas e palestras, assim como os convidados para as atividades culturais. No entanto um esboço da programação do ENEH-Belém pode ser conferido a seguir:

Domingo 19:
08h - 17h_ Credenciamento
19h - 23h_ Plenária inicial

Segunda 20:
08h - 10h_ Conferência de abertura
10h - 12h_ Palestra

Terça 21:
08h - 12h_ Mini-cursos
14h - 16h_ Oficinas
16h - 18h_ 2 mesas redondas simultâneas

Quarta 22:
08h - 12h_ Mini-cursos
14h - 16h_ Oficinas
16h - 18h_ 2 palestras simultâneas

Quinta 23:
08h - 12h_ Ato público
14h - 18h_ Apresentação de trabalhos e visitas monitoradas ao centro da cidade

Sexta 24:
08h - 10h_ Mesa redonda
10h - 12h_ Palestra
14h - 16h_ Reunião dos COREHI's
16h - 14h_ Reunião do CONEHI
20h - 23h_ Conferência de encerramento.

Sábado 25:
08h - 12h_ Plenária final
14h - 18h_ Plenária final
18h_ Saída das delegações.

Grupos de Discussão:
Os temas dos grupos de discussão foram definidos em Vitória-ES, no último CONEHI. Eles acontecerão de segunda a quinta, sempre das 20h às 22h.

Refeições:
Café da manhã_ será servido do segundo ao último dia do ENEH, sempre das 6h às 8h.Almoço_ será servido do segundo ao último dia do ENEH, sempre das 12h às 14h.Jantar_ será servido do primeiro ao penúltimo dia do ENEH, sempre das 12h às 14h.

Espaço lúdico:
De segunda a quinta haverá uma faixa da programação do ENEH destinada a atividades de cunho cultural e/ou lúdico, como a exibição de peças teatrais , artes plásticas, dança, cine ENEH, copa ENEH etc. Será das 20h às 22h. Sugestões para ocupar esse espaço: cultural@enehbelem.4h.com.br

Culturais:
As atividades culturais como shows, noite da Babilônia, ENEH Gay etc, serão realizadas do primeiro ao penúltimo dia do ENEH, sempre das 23h às 02h da manhã.

Não gostou da programação? Use os meios disponíveis para reclamar, sugerir, propor alterações para ela, que não está fechada e está sujeita a mudanças. Somos todos ouvidos! Lembre-se: coeneh@enehbelem.4h.com.br

Em breve a programação oficial do encontro

danilo feop

ENEH 2009 - Pré-inscrição

http://www.enehbelem.4h.com.br/inscricao/preinscricao.html
A importância da pré-inscrição.
O sistema de pré-inscrição consiste num mecanismo simples para possibilitar à COENEH mensurar o número de interessados em participar do evento. As fichas de pré-inscrição deverão ser preenchidas pelos que pretendem participar do ENEH e enviadas para a COENEH através de e-mail.

Esse sistema possibilitará à organização medir, por alto, o grau de interesse e o número de potenciais participantes do encontro, meses antes de sua realização, para que se possa calcular, quantitativamente, as necessidades do evento. A medida se justifica pela experiência de encontros passados, em que a demanda de participantes foi muito maior do que a esperada pelos organizadores.

Para evitar que isso aconteça no ENEH Belém, a COENEH solicita aos representantes de delegações e interessados em participar do encontro em geral, que preencham uma ficha simples e a enviem para a COENEH.

ATENÇÃO: é importante lembrar que a pré-inscrição não garante ao individuo que a fizer, seu direito de participar do encontro, e não acarreta nenhum vínculo entre o pré-inscrito e a COENEH. Para que isso ocorra, é necessário que o interessado faça sua inscrição normal (por protocolo online ou presencialmente) e pague a taxa de inscrição. A pré-inscrição atesta tão-somente o interesse em participar do evento, e não seu efetivo direito de fazê-lo.

Para se pré-increver o estudante deve proceder assim:
1) Baixar a ficha de pré-inscrição no saite:
2) Preenchê-la de acordo com a intenção em participar do encontro.
3) Enviar a ficha preenchida para preinscricao@enehbelem.4h.com.br

A COENEH agradece a colaboração de todos

danilo feop

ENEH 2009 - Mini cursos

http://www.enehbelem.4h.com.br/inscricao/minicursos.html
Os participantes que se inscreverem no ENEH terão direito a uma vaga em mini-curso e oficina de sua preferência.

Quem fizer sua inscrição online deverá manifestar a escolha do mini-curso e da oficina no corpo de e-mail em que mandará anexo seu comprovante de pagamento e ficha de inscrição.

Quem já tiver feito sua inscrição ou desejar optar por seu mini-curso/oficina depois de fazê-la, deverá mandar um e-mail para sub-comissão político-acadêmica (academica@enehbelem.4h.com.br), informando seu nome e solicitando sua lotação em dos mini-cursos/oficinas disponíveis.

Os 9 mini-cursos a seguir não serão os únicos do ENEH. A sub-comissão político-acadêmica está em processo de definição dos demais. O mesmo acontece com as oficinas. Esperamos que muito em breve divulguemos a lista completa.

Os mini-cursos até agora aprovados e que serão ministrados no ENEH-Belém são os seguintes:
1) CULTURA POPULAR: DISCUSSÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA
Ministrante: Maria Auriane de Sousa Ferreira (Graduada em História pela URCA – CE. Especialização em História do Brasil / Paraíba pela FIP-PB.)
A necessidade de se discutir os grupos de manifestações populares numa perspectiva historiográfica atual, abordando conceitos de tradição presente nesses grupos e das identidades, a fragmentação das identidades e a análise dos pós-estruturalistas. A discussão da dicotomia entre cultura erudita e popular, as recepções historiográficas quanto a esses conceitos no Brasil, juntamente com a produção nacional. Tendo como objeto de estudo um grupo: os congos de Milagres, da cidade do Ceará, as mudanças advindas com a modernidade para que se possa permanecer a tradição. O uso da fonte oral como de fundamental importância para o desenvolvimento de projetos direcionados a cultura popular. Como utilizar a fonte oral, quais métodos devem ser utilizados, como direcionar e ser direcionado pelas fontes e pelo objeto de estudo. A proposta do mini-curso é discutir as novas perspectivas em cultura popular, a institucionalização das práticas culturais pelas secretarias de cultura e as abordagens historiográficas quanto ao conceito de popular, seguindo a vertente de invenção em Certeau, Chartier e Hobsbawm.

2) HISTÓRIA & MÚSICA: TEORIA E METODOLOGIA DE PESQUISA
Ministrante: Elton John da Silva Farias(Graduado em História pela Universidade Federal de Campina Grande. Atualmente é Mestrando em História pela mesma instituição.)
Um dos campos de pesquisa menos estudados e compreendidos na historiografia, mesmo com o advento dos paradigmas emergentes e da metamorfose epistemológica em História, principalmente com o advento da nouvelle historie da Escola dos Annales. Nesse contexto, emergente a partir da década de 1970, o termo Música não tem acompanhado o ritmo de “renovação” teórico-metodológica dos andarilhos filosóficos que são os historiadores. A academia, com todas as suas máscaras de seriedade, não abriu tanto espaço para o trabalho que volte suas atenções para a análise da “forma-canção”, como denominaria Marcos Napolitano, ou mesmo para a arte de compreender as subjetividades e subjetivações da produção musical. Jovens pesquisadores não se sentem muito seguros para encarar esse desafio, dentre outras coisas, ou por não encontrarem o devido apoio ou por se relacionarem com docentes que simplesmente não desenvolvem projetos na área. Assim, este mini-curso orienta aquele historiador iniciante para a seguinte problemática: por onde começar? como encarar a canção popular em História, como fonte ou como objeto de pesquisa? além da letra, a melodia da canção também nos diz algo?. Para responder a tais questionamentos, utilizar-nos-emos, dentre obras específicas em música, de leituras voltadas para a compreensão do cotidiano das pessoas (em nosso caso, músicos/artistas) como um lugar de relações de astúcia, assim como diria Michel de Certeau, e entenderemos a canção como um objeto de discurso, aos olhos de Michel Foucault, que escrevendo sentidos a outrem, torna-se uma espécie de palimpsesto da memória.

3) HISTÓRIA INDÍGENA DOS SERTÕES DO BRASIL: NOVAS ABORDAGENS
Ministrantes: Jean Paul Gouveia Meira (Aluno do VII semestre da graduação em História da UFCG e pesquisador bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq)Luiz Francisco da Silva Júnior (Aluno da pós-graduação em História da Universidade Federal de Campina Grande)Marcos Felipe Vicente (Aluno da pós-graduação em História da Universidade Federal de Campina Grande)
A retomada da história indígena com um recorte para um espaço de representação denominado de sertão, possibilita repensar afirmações simplistas de que os indígenas, nessa região, foram apenas atores coadjuvantes do processo da expansão de limites econômicos-territoriais dos portugueses. E que os homens e mulheres indígenas, sob o domínio da política indigenista, integraram-se, de forma submissa, à sociedade envolvente, transformando-se de elementos perturbadores a indivíduos colaboradores do processo de ocupação portuguesa na Colônia. Buscar-se-á rever posições historiográficas e valorizar as ações dos povos indígenas que se localizavam nesses ditos sertões, analisando os discursos e a historiografia oficial, que direta ou indiretamente dão visibilidade apenas às práticas das políticas indigenista em detrimento das políticas construídas pelos povos indígenas. No intuito de contribuir com a referida temática objetiva-se, neste mini-curso, analisar as relações interetnicas formados pela interação dos sujeitos históricos, indígenas e colonizadores diante das diversas situações coloniais construídas numa região denominada de “sertão”, e demonstrar as novas abordagens desenvolvidas em torno da temática História Indígena.

4) A RESPONSABILIDADE PENAL NOS CRIMES AMBIENTAIS
Ministrante: Mirella de Almeida F. Guerra(Mestranda em Ciências das Religiões – UFPB)
A presente proposta tem como objetivo demonstrar que na atualidade a tutela jurídica do ambiente é uma exigência mundialmente reconhecida. Tal análise se justifica por ter a finalidade de conscientizar as pessoas jurídicas e naturais, em co - autoria, de sua culpabilidade nas práticas lesivas ao meio ambiente. A metodologia empregada para se fazer esta abordagem foi, inicialmente, a leitura e análise de autores que já pesquisaram sobre a temática, Edis Milaré, Celso Antonio Pacheco Fiorillo, Fábio Roberto Peres, acompanhada da análise teórica pós – estruturalista de Michel Foucault que faz uso da história utilizando-se de documentos como instrumentos para interpretar o mundo, analisar os processos de mudanças culturais e os seus efeitos sobre as ações humanas. A destruição do ambiente constitui, sem dúvida nenhuma, um dos maiores problemas que a humanidade tem deparado desde a segunda metade do século XX, cuja gravidade é de bastante conhecida pelo que representa para a vida e para a própria sobrevivência do homem. Sobre este aspecto que estruturamos nossa proposta de mini curso.

5) PARA ALÉM DO ENSINO DE HISTÓRIA: REFLEXÕES HISTORIOGRÁFICAS ENTRE HISTÓRIA ORAL, MEMÓRIA E CIDADE
Ministrante: Fagno da Silva Soares(Especialista em Metodologia do Ensino e da Pesquisa em História do Brasil, UNIFIA)
A proposta deste mini-curso é contribuir para o alargamento do conjunto de estudos e reflexões historiográficas acerca de história oral e seus usos no ensino da história e os conceitos de memória e cidade. Radiografando um estudo problematizado da história e do seu ensino sob a tríplice articulação entre história, cidade e memória, enquanto elementos formadores do imaginário escolar e de memórias que permitirá uma reflexão histórica do espaço urbano como um lugar de significação social e cultural através da sobreposição analógica das várias cidades enquanto espaço de construção permanente de cultura e história. Nessa perspectiva, o mini-curso esboçará um painel que se desdobrará sob uma visão crítica, instigante dos conceitos e usos da história oral e memória propondo possíveis caminhos de reflexão e aprofundamento a estudos futuros, convertendo-se em um exercício de interconexões filigranadas entre história, cidade, pretérito e tempo presente.

6) A IMIGRAÇÃO JAPONESA NO PARÁ: 80 ANOS DE HISTÓRIA
Ministrantes:Geraldo Magella de Menezes Neto (Bacharel e licenciado em História pela UFPA. Atualmente é pesquisador da Fundação Carlos Gomes, de Belém-PA)Alfredo Jorge Hesse Garcia Neto (Bacharel e licenciado em História pela UFPA. Atualmente cursa especialização em Arqueologia pela UFPA)
O ano de 2009 é marcado pelos 80 anos da imigração japonesa no estado do Pará. Interessante notar que, mesmo sendo o estado que possui a terceira maior colônia de imigrantes nipônicos no Brasil, a presença japonesa no Pará ainda é desconhecida por muitos. O objetivo desse mini-curso, levando em consideração o tema do ENEH, “descobrindo o nosso norte”, é tornar conhecido dos estudantes a história da imigração japonesa no Pará. Costuma-se tomar o exemplo da imigração japonesa para o estado de São Paulo como modelo comum para todo o Brasil. Contudo, cada região que recebeu os imigrantes possui as suas particularidades, e o Pará não é exceção. Um exemplo disso é que os japoneses que vieram ao Pará foram destinados à ocupação do território, diferentemente de São Paulo, onde foram destinados às fazendas de café. As temáticas a serem abordadas são: as origens da imigração; as discussões sobre a vinda dos japoneses para o Brasil; a imigração japonesa no Pará (1929); a imagem do japonês durante a Segunda Guerra Mundial; o campo de concentração de Tomé-Açu. Os japoneses passaram por grandes dificuldades nesse período, mas também conseguiram ascensão econômica, conquistando posições de destaque em vários municípios paraenses, tais como Belém, Santa Izabel, Tomé-Açu, Monte Alegre. O mini-curso trabalhará com as noções de cultura e identidade, enfatizando as trocas culturais que ocorreram e as transformações da imagem do japonês ao longo do tempo. As fontes utilizadas são jornais, imagens, folhetos de cordel e entrevistas, além da bibliografia pertinente.

7) RELAÇÕES DE GÊNERO EM VIOLÊNCIAS COMETIDAS POR MULHERES
Ministrante: Kelma Gonçalves Sobrinho(Graduanda em História UFG-CAC /Catalão-GO)
No Brasil, cerca de 2 milhões de mulheres são espancadas a cada ano por maridos ou namorados. Poucos são os casos em que mulheres rebelam e não aceitam essa condição de subordinada, onde o homem pode tudo, inclusive agredir e matar enquanto a mulher é condicionada ao lar sem direito de questionar e de participar das relações públicas. A sociedade não aceita a violência, mas aceita menos ainda quando esta é cometida por mulheres. Portanto, a presente proposta visa compreender as imagens que a sociedade e o meio jurídico constroem sobre as mulheres quando estas fogem às regras que lhes são impostas, ou seja, quando transgridem aos papéis sociais atribuídos a elas e passam de vítimas a acusadas, deixando de lado tudo aquilo que a cultura definia como sendo suas atividades como boa mãe, esposa dedicada ao lar e ao marido pra entrar no mundo do crime que até então era considerado masculino. Este mini curso será constituído por exposição de conceitos sobre gênero e violência a partir de autores como Mariza Corrêa, Boris Fausto e Joan Scott e também a partir do vídeo de um rap que será apresentado e analisado com este intuito. Com este mini curso espero poder ampliar o quadro de pesquisas ressaltando a mulher não como vítima, mas como sujeito que age em busca de transformações para garantir espaço em uma sociedade que está voltada para o homem.

8) ESTADO E CAPITALISMO NA AMAZÔNIA, O CASO DO AMAPÁ
Ministrante: Luiz Felipe dos Santos Pinto Garcia(Bacharel em História / Militante dos movimentos sociais no estado do Amapá)
O objetivo central do minicurso é oferecer aos participantes um panorama básico sobre a atual situação econômica e política do estado do Amapá. No entanto, para se alcançar esse objetivo faz-se necessário uma breve apresentação da constituição histórica do estado em sua relação com a Amazônia e com o restante do país.Essa breve apresentação ocorrerá nas primeiras quatro horas do minicurso e englobará os seguintes temas: o processo de colonização da região; o desenvolvimento econômico e as políticas públicas para a região da independência até a estadualização da região, com a promulgação da constituição de 1988. Como contraponto a esse processo, faremos uma exposição do impacto que tiveram as diferentes manifestações do capitalismo no estado para as populações que habitam seu território. A abordagem dos temas será realizada através da leitura conjunta de pequenos textos (historiográficos e documentais).As últimas quatro horas serão destinadas a traçar um panorama das atuais formas de desenvolvimento do capitalismo na região, sempre enfocando sua relação íntima com o Estado. Nesse momento, será privilegiada a perspectiva que diversos movimentos sociais atuantes no estado construíram sobre as localidades onde atuam/vivem. Nesse momento, a abordagem será realizada através da apresentação do “Mapa dos Conflitos Socioambientais do Estado do Amapá”, ferramenta de auto-aprendizagem e de reivindicação, construído pelos movimentos sociais do estado no contexto dos encontros preparatórios que antecederam a ida da delegação amapaense ao Fórum Social Mundial – 2009, realizado na cidade de Belém.

9) AS MARIAS NO CANGAÇO – FACES FEMININAS NO BANDITISMO SOCIAL
Ministrante: Christoval Araujo S. Junior(Professor substituto de história na escola de Aplicação da UPE em Petrolina - PE. Bolsista UPE 2007-2008, pelo projeto de extensão: Ferramentas Educativas Projeto de Integração Social na penitenciária)
Tratar a questão de gênero em um ambiente que predomina a figura masculina como preponderante – O Cangaço. Até hoje, o tema é tratado mais com uma lenda, com seus heróis e mitos, do que com estudos e debates aprofundados sobre, e, quando existem, quase sempre giram em torno do seu “maior ícone”, Lampião. O mini-curso irá debater questões abordadas no projeto de pesquisa As Marias do Cangaço – Faces Femininas no Banditismo Social que propõe analisar quem é a mulher nordestina/sertaneja de meados do século XIX, princípio do século XX, inserindo-a no contexto do cangaço, analisando a construção de um sujeito, que levará na década de 1930 a entrada efetiva de mulheres em bandos com uma participação direta até o fim do “movimento” e principalmente estudando o legado que foi deixado por essas cangaceiras à mulher de seu meio, de sua época. Especificamente será abordada a formação da identidade da mulher do sertão nordestino brasileiro e sua inserção no banditismo social, caracterizando coronelismo e cangaço e o contexto histórico em que ambos se encontram, se unem e se confrontam, analisando quem eram, como agiam e viviam as cangaceiras.

ATENÇÃO!
Esta ainda não é a lista definitiva de mini-cursos. Só escolha uma das opções acima, caso esteja certo de querer participar dela. Se for assim, manifeste sua escolha, procedendo como descrito no começo desta página. Em caso de indecisão, espere mais opções de mini-curso em breve.

danilo feop

ENEH 2009 - Apresentação de trabalho

http://www.enehbelem.4h.com.br/inscricao/trabalhos.html
Cada participante pode enviar até 2 (dois) trabalhos, em cada modalidade.
Os trabalhos podem ser em co-autoria.

As modalidades de trabalho são duas:

Comunicação em grupo de trabalho.
Modalidade para apresentação do resultado ou propostas de pesquisas à comunidade acadêmica. O proponente deverá enviar o resumo do trabalho para o e-mail trabalhos@enehbelem.4h.com.br, com o título (do e-mail) Resumo para comunicação, impreterivelmente até 15 de junho de 2009. O tema não precisa necessariamente ter ligação com o tema do encontro. A COENEH agrupará os trabalhos com temáticas afins para serem apresentados no mesmo GT (grupo de trabalho). O formato do arquivo deve ser .doc.

As regras para a elaboração do resumo são:
1) O título em caixa-alta, centralizado e em negrito.

2) Abaixo do título deverá haver a identificação pessoal, com as seguintes informações:nome do autor; formação acadêmica; instituição; orientador (se houver);financiador da pesquisa (se houver) e e-mail.

3) Três palavras-chave em ordem alfabética, separadas por ; (ponto e vírgula).

Observação:
*O título, a identificação pessoal e as palavras-chave deverão seguir as seguintes regras: espaçamento 1,5; fonte Times New Roman, tamanho 12, justificado; margens: esquerda e superior 3,0 cm; direita e inferior 2,0 cm.

4) O resumo deve conter:no mínimo 15 e no máximo 20 linhas; espaçamento 1,5; Fonte: Times New Roman, tamanho 12, justificado. No resumo devem estar claramente indicados o objeto de pesquisa, a problemática e as fontes utilizadas.

Observação:
*Não deverão ser acrescentados ao resumo notas de rodapé e bibliografia.
*Não serão aceitos os trabalhos que não obedecerem às normas acima.

Trabalho completo para publicação.
Os trabalhos completos serão publicados em CD e farão parte dos anais no ENEH Belém 2009. O participante que quiser ter seu trabalho publicado deverá enviá-lo para o email trabalhos@enehbelem.4h.com.br, invariavelmente, até o dia 15 de junho de 2009, sob o título (do e-mail) Trabalho completo. O formato do arquivo deve ser .doc. Deve ser enviado também, junto com o trabalho completo, um resumo dele.

O texto deverá seguir as normas abaixo:
1) O título em caixa-alta, centralizado e negrito.

2) Abaixo do título deverá haver a identificação pessoal, com as seguintes informações: Nome do autor; formação acadêmica; instituição; orientador (se houver); financiador da pesquisa (se houver) e e-mail.

3) Três palavras-chave em ordem alfabética, separadas por ; (ponto e vírgula).

Observação:
*O título, a identificação pessoal e as palavras-chave deverão seguir as seguintes regras: espaçamento 1,5; fonte Times New Roman, tamanho 12, justificado; Margens: esquerda e superior 3,0 cm; direita e inferior 2,0 cm.

4) O texto deve conter:De 10 (dez) a 20 (vinte) laudas, incluindo a bibliografia; espaçamento 1,5; Fonte Times New Roman, tamanho 12, justificado; margens: esquerda e superior 3,0 cm; direita e inferior 2,0 cm; as notas de rodapé deverão aparecer no final das páginas e a bibliografia deve aparecer no final do texto.

Observação:
*Não serão aceitos os trabalhos que não obedecerem às normas acima.
danilo feop

ENEH 2009 - Inscrição

http://www.enehbelem.4h.com.br/inscricao.html
Para se inscrever, o participante deverá proceder da seguinte forma:
1) Baixar a ficha de inscrição no site.

2) Preenchê-la optando por se inscrever com ou sem alimentação, tomando por base os seguintes valores (até 12 de junho de 2009):Inscrição com alimentação: R$ 80Inscrição sem alimentação: R$ 45

OBS: os valores são válidos até o dia 12 de junho de 2009. A partir desta data, sofrerão alteração, ficando mais caros. Portanto, quanto antes você fizer sua inscrição, melhor pra você e para a COENEH.

3) Depositar a taxa referente à sua modalidade de inscrição no: Banco do Brasil Agência: 0765-xConta: 43591 0Em nome de Letícia Luzia Furtado e Milton Miranda

OBS: o depósito somente poderá ser feito na "boca do caixa", através do pagamento dirigido ao atendente do banco. Não serão aceitos depósitos efetuados em terminais de auto-atendimento (caixa eletrônico), para evitar fraudes.

4) Enviar por e-mail para inscricao@enehbelem.4h.com.br a ficha de inscrição preeenchida e uma cópia (fotografada ou escaneada) do comprovante de depósito da taxa de inscrição.

5) Receber, por e-mail, o comprovante de inscrição a ser enviado pela coeneh em tempo hábil. Imprimi-lo e guardá-lo para apresentação no ato do credenciamento, no primeiro dia do encontro.

ATENÇÃO: quem já fez a pré-inscrição deverá fazer a inscrição normalmente se quiser participar do ENEH. Somente a inscrição e o pagamento da taxa referente a ela garante ao individuo que a fizer, seu direito de participar do encontro

Nota: as opções de mini-cursos e oficinas serão divulgadas posteriormente pela COENEH. A lotação dos participantes nessas atividades se dará no ato do credenciamento, obedecendo a ordem de chegada dos mesmos. O participante já inscrito que quiser escolher seu mini-curso e/ou oficina pela internet poderá fazê-lo, enviando um e-mail para sub-comissão político-acadêmica (academica@enehbelem.4h.com.br) informando nome, rg, cpf, e as opções de mini-curso/oficina que deseja.

Nota 2: as taxas de incrição sofreram reajuste em relação ao projeto do ENEH 2009 devido a fatores como: 1) alta no preço da cesta básica em Belém, segundo o Dieese; 2) Decisão do último CONEHI, realizado em Vitória - ES, de reservar R$ 5 (cinco reais) de cada inscrição para a FEMEH (Federação do Movimento Estudantil de História).

Nota 3: quem não puder efetuar a inscrição online, poderá fazê-lo presencialmente, no primeiro dia do ENEH. Neste caso, no entanto, as taxas de inscrição serão maiores, medida que se justifica pela incentivo à inscrição antecipada. Quem só puder fazer a inscrição presencial, para a agilizar o processo, deverá levar já preenchida a sua ficha de inscrição. Assim, diminuiremos as filas e teremos mais tempo para aproveitar o encontro de maneiras mais prazerosas!
danilo feop

ENEH 2009 - Projeto

APRESENTAÇÃO
O Encontro Nacional dos Estudantes de História (ENEH), em sua vigésima nona edição, será realizado na cidade de Belém, capital do estado do Pará, entre os dias 19 e 25 de julho de 2009. O evento ocorrerá na Universidade Federal do Pará (UFPA), instituição que, completados seus 51 anos de fundação, conta com ampla estrutura e material humano necessários à realização de um evento deste porte. O ENEH se tornou tradicionalmente o principal ponto de convergência de estudantes de História do Brasil, interessados em trocar informações sobre as diferentes realidades em que se insere o curso em todo o Brasil, interessados em viver novas experiências, compartilhar vivências e conhecimentos, enfim, ampliar seus horizontes de participação política e acadêmica. O evento faz parte das atividades da Federação do Movimento Estudantil de História (FEMEH), instituição que congrega os estudantes de História do país. Em sua esfera local, o ENEH é de responsabilidade da Comissão Organizadora do ENEH (COENEH), composta, como se verá, de estudantes do estado do Pará, encarregados de fazer com que evento atinja seus objetivos e se realize de maneira satisfatória.

Há exatos dez anos, acontecia com sucesso, também em Belém, o último ENEH sediado no Norte. Em 2009 será a vez de outra geração de estudantes e profissionais de História entrar em contato com a região amazônica, sua cultura e seu povo.

A proposta de se realizar o ENEH no Norte do país vem da constatação de que, embora seja composta por sete estados da Federação, com suas respectivas universidades e milhares de estudantes e profissionais de História, essa região acaba sendo pouco representada nos encontros estudantis nacionais. A pouca representatividade de estudantes do Norte em encontros nacionais se deve, em grande medida, a razões geográficas que impossibilitam ou dificultam a locomoção de delegações desses estados a encontros sediados em outras regiões do país. Belém, por sua localização nesse sentido privilegiada, permite tanto o acesso rodo-fluvial por estudantes da região amazônica, quanto rodoviário por estudantes de todo o Brasil. Além do mais, percebe-se que, do ponto de vista acadêmico e cultural, a região amazônica é, em geral, pouco conhecida por estudantes e profissionais de História de outras regiões do país, advindo daí a proposta de apresentar no ENEH um pouco da cultura e produção acadêmica regional. Por outro lado e ainda nesse sentido, faz-se necessário integrar ao eixo de discussão dos estudantes de História, o tema da Amazônia, que cada vez mais é foco de preocupações e interesses, no Brasil e no mundo. A região amazônica abriga a maior floresta tropical do mundo e é palco de grandes litígios pela posse da terra e pelo aproveitamento de suas riquezas. Nunca se falou tanto em aproveitamento sustentável do meio-ambiente e nas implicações da ação antrópica sobre a natureza, e a Amazônia, nesse cenário, se apresenta como protagonista dos mais diversos interesses. Por essa razão, o ENEH, sendo realizado no coração da Amazônia, se proporá inserir no ambiente estudantil de Historia essas e outras discussões tão relevantes atualmente, visando ao diálogo entre os pontos de vista político e acadêmico.

OBJETIVOS
Geral:
Trazer o tema da Amazônia ao eixo de discussão político-acadêmica dos estudantes de História brasileiros, promovendo a reflexão sobre o ethos estudantil e sua participação na sociedade local e nacional.

Específicos:
Promover atividades com a participação de representantes de movimentos sociais e ONG’s ligados à utilização racional do meio ambiente, ao problema da legalização fundiária e da reforma agrária, aos povos indígenas e remanescentes de quilombolas.

Apresentar o Arquivo Público do Estado do Pará, e outros acervos documentais, e, conseqüentemente, possibilitar a ampliação dos horizontes de pesquisa dos participantes do evento.

Mostrar a pluralidade cultural amazônica e a historicidade de Belém, através de atividades com bandas locais e grupos parafolclóricos, instalações artísticas, peças teatrais, mostras de cinema, visitas a pontos históricos da cidade.

Fomentar discussões a respeito de questões importantes da historiografia amazônica que, em geral, costumam não ser amplamente apresentadas aos graduandos de outras regiões do país.
Organizar a mobilização dos participantes do evento para um ato público, cuja motivação e natureza deverá ser definida democraticamente meses antes da realização do evento.

Realizar mesas redondas em que se discutam bandeiras clássicas e novas do movimento estudantil de História, de modo a fazer do ENEH um espaço de organização e deliberação política dos estudantes.

TEMA
Descobrindo o nosso Norte.
O tema do ENEH 2009 é um convite à descoberta de um mundo diferente do habitualmente conhecido pela maioria dos encontristas: a Amazônia. Do ponto de vista histórico-social, o Norte do país é uma região pouco conhecida pelo brasileiro médio, que por diversos motivos, a considera distante e inacessível. Para o império português do período colonial, a porção Norte do que hoje é o Brasil era, inclusive, administrativamente separada do território brasileiro. Longe de manifestar esse separatismo, o tema do ENEH 2009 destaca a união do Norte ao resto do país, e é um convite à reflexão sobre seus problemas e maravilhas, que se escondem sob as copas das grandes árvores amazônicas.

Explorando a natureza ambígua da palavra “norte”, porém, propomos aos historiadores em formação e aos participantes do movimento estudantil em geral, a discussão a respeito de qual norte, de qual direcionamento, de qual orientação, pretendemos dar à nossa atuação política e acadêmica. Discutir o papel do historiador na contemporaneidade é, sem dúvida, a principal questão que se põe a nossas reflexões, à qual não podemos nos furtar. Parafraseando David Lowenthal, se o passado é um país distante, o que se propõe nesse ENEH é encurtar as distâncias que nos separam, para que o nosso desconhecimento mútuo não sirva de justificativa para as injustiças que cometemos freqüentemente uns contra os outros.

PÚBLICO ALVO
Estudantes de graduação e pós-graduação em História, pesquisadores da área ou de áreas afins, assim como a comunidade acadêmica da UFPA e de outras instituições de ensino.

ALOJAMENTO
Será garantida ao participante que se inscrever no ENEH 2009 1 (uma) vaga de alojamento (em sala de aula ou em camping) para que ele permaneça durante os dias específicos do evento. A preferência por sala de aula ou camping deverá ser informada com antecedência via internet (no momento da inscrição). Os espaços disponíveis para alojamento ficarão sob responsabilidade das delegações e sob supervisão da COENEH.

1) Alojamento em sala de aula.
Serão disponibilizadas salas de aula dos blocos do campus básico da UFPA para o acolhimento dos participantes do ENEH 2009. Cada bloco possui, em média, 5 (cinco) salas capazes de comportar cerca de 20 (vinte) pessoas cada. Inicialmente serão disponibilizados 15 (quinze) blocos de salas, perfazendo um total de 1500 (mil e quinhentas) pessoas, acomodadas em salas climatizadas. Podem ser disponibilizados blocos adicionais conforme a necessidade.Cada sala alojará as delegações de acordo com a lotação e estado de origem, por ordem de chegada ao campus da UFPA, conforme as orientações da COENEH. A conservação da estrutura física será de responsabilidade da delegação que a ocupará, sob supervisão da COENEH.

2) Alojamento em camping.
Serão disponibilizadas áreas de acampamento para a montagem de barracas no campus Básico da UFPA. As áreas serão localizadas entre os blocos de sala de aula e, se necessário for, na área ao lado da Biblioteca Central. Cada área entre os blocos tem capacidade para cerca de 20 (vinte) barracas, perfazendo um total de 300 (trezentas) barracas acomodadas em área de terreno seco, com gramado e arborizado. Por estarem localizados em áreas contíguas, as duas modalidades de alojamento permitirão maior proximidade entre os participantes do encontro, evitando sua dispersão. Para maior segurança dos encontristas, não será permitido que as barracas sejam montadas em outras áreas do campus da UFPA, como por exemplo, na beira do rio ou fora das áreas dos blocos utilizados como alojamento.

A COENEH não se responsabilizará por barracas armadas fora da área indicada.A COENEH não se responsabilizará pela manutenção das posses dos participantes dentro dos espaços para alojamento, ficando estas sob inteira responsabilidade de seus proprietários. Essa responsabilidade será declarada por cada participante no momento da inscrição.

ALIMENTAÇÃO
A alimentação será servida, aos participantes que optarem por esta modalidade de inscrição, durante os sete dias de realização do ENEH, sendo que, no primeiro dia será servido apenas o jantar e, no último dia, apenas o café e o almoço.

Café-da-manhã, almoço e jantar serão produzidos por um respeitável restaurante da cidade e servidos regularmente no Restaurante Universitário da UFPA, cujas atividades não estarão acontecendo devido ao recesso escolar de julho. A COENEH tentou garantir a cozinha do RU para que as refeições fossem preparadas ali, no entanto, foi-lhe informado que a mesma estaria em reforma durante o mês de julho. O restaurante contatado, por sua vez, garantiu a utilização de recipientes térmicos para que se mantenham a temperatura e o sabor dos alimentos, razão pela qual não haverá perda de qualidade durante o transporte do restaurante à UFPA.

Os participantes que optarem pela alimentação receberão um crachá, através do qual será feito o controle das refeições feitas, no momento em que elas ocorrerem. A perda deste crachá impossibilitará o acesso às refeições

SEGURANÇA
A COENEH se responsabiliza pela segurança dos participantes do encontro dentro dos muros da UFPA. Para tanto, além do efetivo regular de guardas da Universidade, a COENEH contratará uma empresa especializada em segurança para fazer a ronda nas áreas do campus onde haverá concentração de participantes, vinte e quatro horas por dia, durante os sete dias de encontro.

No entanto, a COENEH não se responsabiliza por perdas materiais e violências que os participantes possam vir a sofrer fora dos limites da UFPA. Lembramos aos participantes que a violência associada à pobreza é muito freqüente nas grandes cidades brasileiras, marca indigesta de nosso processo de urbanização, e em Belém não é diferente. O campus básico da UFPA, onde se realizará o encontro, localiza-se em área de risco, portanto recomenda-se precaução aos participantes que pretendem sair de seus limites. A COENEH entrará em contato com as forças militares que fazem a segurança da área no entorno da Universidade para que a ronda seja intensificada nos dias de realização do ENEH. A segurança dos encontristas fora dos limites do campus é de responsabilidade do poder público, não da COENEH.

A COENEH também não se responsabiliza por furtos que possam vir a ocorrer dentro dos alojamentos ou das barracas. Cada delegação ficará responsável pela sala de aula que lhe couber, e cada dono de barraca ficará responsável pela segurança da mesma.

LIMPEZA
Para complementar o efetivo dos funcionários da Universidade, a COENEH contratará pessoal terceirizado para a limpeza dos espaços utilizados pelos participantes do ENEH, incluindo os banheiros. No entanto, a COENEH espera contar com a colaboração dos encontristas para que os espaços de utilização comunitária, principalmente os banheiros, estejam sempre em condições de uso.

Não entupir os vasos sanitários, não jogar lixo no chão, não pôr em risco o patrimônio público da Universidade é o mínimo que se espera de pessoas que tenham tido alguma educação, mesmo que precária.

A UFPA conta com 24 (vinte e quatro) chuveiros e 20 (vinte) sanitários, distribuídos em vários pontos do campus. A COENEH instalará mais 8 (oito) chuveiros e 5 (cinco) sanitários em pontos estratégicos, totalizando 32 (trinta e dois) chuveiros e vinte e cinco sanitários.

Contamos ainda com a possibilidade de investimentos para o Fórum Social Mundial que revitalizarão os banheiros do ginásio da UFPA (atualmente, impróprio para banho) e construirão algumas dezenas de novos banheiros
danilo feop

ENEH 19 a 25 de julho de 2009 (Belém-PA)

http://www.enehbelem.4h.com.br/index.html
Algumas imagens para divulgar o ENEH 2009.
INSCRIÇÕES ABERTAS
Faça a sua!
Acesse o link http://www.enehbelem.4h.com.br/inscricao.html para se inscrever no ENEH Belém 2009.
Qualquer dúvida sobre o processo entre em contato com a COENEH.
Lembre-se que os valores aumentarão a partir de junho. Quantos antes você fizer, melhor!
ATENÇÃO!
Fique atento às seguintes datas:
Envio de propostas de mini-cursos e oficinas: até 17 de abril de 2009
Envio de trabalhos para publicação e/ou apresentação nos Grupos de Trabalho: até 15 de junho de 2009. (mas quanto antes você enviar, melhor para todo mundo!)
Abertura das inscrições online para o ENEH: 20 de abril de 2009.

Fique atento aos prazos e datas, qualquer dúvida, mande um e-mail para a COENEH:
coeneh@enehbelem.4h.com.br


danilo feop