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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Convite: reuniao do Colegiado de Historia sobre a mudança do curriculo / quarta 14/04 às 14h no DHI

A grade do curso de história vai mudar novamente, você sabia?

Pois é. Mais uma vez vai mudar a grade curricular, e como várias outras coisas, ninguém soube, ninguém ouviu e ninguém viu. E se depender da chefia do departamento, continua assim.

A reformulação da grade é assunto importantíssimo, que interessa, acima de tudo, aos estudantes. Toda nossa formação vai passar por uma reformulação e nem fomos consultados. A proposta, que não chegou ao conhecimento de quase nenhum estudante, está para ser aprovada esta quarta-feira (14/04), em reunião do colegiado.

Esse não é um fato isolado. Uma outra grade foi aprovada há pouco mais de 2 anos. Que uma reformulação é necessária, todos sabemos. O que não se pode é fazer dessa forma: praticamente ás escuras, desconsiderando os principais interessados: os estudantes do curso de história.



A nossa pergunta é: até quando a chefia do DHI vai se portar dessa forma, passando por cima e desconsiderando os estudantes, usando inclusive as prerrogativas de um regimento elaborado na época da ditadura para tolher a participação dos estudantes, aprovando as coisas a toque de caixa e sem debate? Será que não passamos a época do despotismo esclarecido? Ou estamos diante de um
revival do absolutismo em escala de miniatura?


O DALH, onde está para se posicionar? Pois é, na verdade não está.


Nós somos contra a aprovação da grade no colegiado a toque de caixa. Queremos tempo para discutir com os professores o que achamos que deve ter e o que deve sair da nossa grade. Queremos dar nossa opinião sobre nossa formação enquanto historiadores. Por isso, chamamos todos os estudantes a comparecerem a participarem da reunião do colegiado, quarta-feira ás 14h, para pressionar a favor do adiamento da aprovação da nova grade e de uma discussão ampla sobre a mesma.


Coletivo “Uma Outra História”



http://br.groups.yahoo.com/group/umaoutrahistoria/

http://umaoutrahistoria-ufs.blogspot.com/

Reunião do Colegiado: quarta-feira, 14/04, às 14 horas no DHI!
Compareça
!

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feop

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PNDH 3: Quando o direito humano ameaça o direito do capital


http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1430
Charge: Direitos Humanos no Brasil (Latuff)


PNDH 3: Quando o direito humano ameaça o direito do capital

A grande mídia foi tomada de histeria diante do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), anunciado pelo governo Lula no final do ano passado.

Houve desonestidade política e jornalística na divulgação do Plano. Trata-se apenas de uma versão mais forte de propostas que os próprios tucanos já haviam feito. Além disso, o documento ainda seria submetido a aprovação pelo Congresso Nacional e provavelmente ficaria parado lá até o início do próximo governo. Momento em que poderia ser engavetado de vez sob o pretexto de que se trata de proposta de governo passado.

Apesar disso, tivemos que ouvir os gritos de altos decibéis de parlamentares do DEM, jornais, TVs, e ex-membros do Comando de Caça aos Comunistas e atuais integrantes da Opus Dei, como Boris Casoy e Ives Gandra Martins. Além, é claro, dos ministros Jobim e Stephanes. Participantes de um governo que reivindica origem de esquerda, mas que só toma decisões respeitando o que é aceitável pela direita.

Sem demora, o governo Lula suavizou o texto da proposta. Entre outras coisas, ampliou a suspeita de terrorismo para além do Estado. Agora, não apenas os gorilas da ditadura podem ser suspeitos, mas suas vítimas também.

É mais um episódio que mostra que qualquer medida de avanço na ampliação de acesso aos direitos básicos para a população que ameace os interesses dos donos de latifúndios e imóveis do Leblon e Morumbi nasce pronta para morrer. Tais proprietários não concebem que a população tenha algum direito além do de trabalhar e apanhar quando protesta.

Estes recém convertidos à democracia querem calar qualquer tentativa de revelar que são eles os que a cada vez que a população começa a viver em uma espécie de democracia, tomam o poder destituindo governos, torturando matando opositores. São os mesmos que usam jagunços na defesa de suas propriedades improdutivas, matam Sem-Terra, distorcem notícias, atentam contra a dignidade de negros, nordestinos, indígenas, mulheres, homossexuais.

Foram eles que em 1989 editaram um debate presidencial para que Fernando Collor de Mello vencesse a eleição e depois esconderam este apoio quando foi descoberto o esquema de corrupção capitaneado pelo “Caçador de Marajás”.

Eles é que omitem mortes de crianças por Policiais Militares, assassinatos de missionários e militantes de movimentos sociais que lutam contra latifundiários como o deputado Ronaldo Caiado e a senadora Kátia Abreu. Gente que adora se dizer perseguida por ditadores, mas omitem que apoiaram a ditadura militar.

Esta é a reação que podemos esperar de setores da sociedade que preferem manter o país como um paraíso do capital desregulado e colocar sob mordaça qualquer movimento que busque conquistar direitos, derrubar privilégios. Preferem tornar o país algo como um imenso shopping sem lugar para os pobres miseráveis que morrem de fome ou de bala, enquanto tentam alcançar a base de uma pirâmide que os odeia.

Os direitos humanos somente começarão a ser respeitados quando superarmos a ordem social em que vivemos. Baseada na exploração, na opressão e na repressão covarde do Estado.

FONTE: REVOLUTAS
SITE: http://www.revolutas.net
PUBLICAÇÃO: 20/01/2010

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Feop

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A ditabranda da Folha de São Paulo A Ditabranda da Folha de São Paulo

2010

Retirado do blog da FEMEH.
http://femehnacional.wordpress.com/
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Essa não é uma charge engraçada. É humor sendo usado pra discutir algo muito sério que é a impunidade daqueles que cometeram crime contra a humanidade.

feop

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ato contra o fechamento do Resun quinta (22/10/09) às 11h

Marasmo? Só se for naquele prédio entre a didática 4 e o CCBS!

O movimento estudantil não está parado! Pelo contrário, passa por uma efervescência não vista há muito tempo: se organizando através do Fórum de Mobilização Estudantil, de CA's, de Coletivos, Conselho de Residentes e outras entidades, o ME da UFS percebe a necessidade de dar um grito de basta na Universidade. Esta quinta (22/10) estaremos fazendo um ato na Universidade com a pauta do RESUN. Não é novidade (pelo menos não deveria ser) que no fim das aulas ele fechará para reformas e pelo plano da reitoria, ao abrir de novo, estará privatizado.

O movimento não pode ser conivente com esta política sacana, malvada, avassaladora, cara de pau e autoritária (por não consultar a comunidade acadêmica) da UFS! Por isso estaremos na rua (digo, no restaurante universitário) esta quinta, para exigir que o preço do RESUN se mantenha em 1 real e que o RESUN não se mantenha fechado enquanto houverem aulas. (E a pauta não pára por aí...)

Chamamos todas e todos para discutirem os problemas, as soluções e as pautas da Universidade. Não podemos achar que tudo "já está dado", somos agentes da história e temos o papel de modifica-la. Por isso convocamos vocês para que estejam esta quinta, a partir das 11hrs no Restaurante Universitário. Tragam sua kit-protesto: apitos, faixas, revolta e sorrisos.

Nos vemos na luta!
na charge temos escrito:
- Tem mesmo uma nutricionista neste restaurante?
- Dizem que sim.
- Poxa! Que bom! Então esta sopa deve estar saudável! Né?
- Dizem que é?

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danilo feop

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Plenária Estudantil de avaliação dos cursos 16/09/09 (seg) às 15h entre as did 1 e 2 (São Cri.)

Na quarta dia 16/09 vai acontecer a segunda plenária estudantil de avaliação dos cursos, ela será às 15hs entre os blocos departamentais 1 e 2 no campus São Cristóvão.
Segue reprodução do panfleto assinado e distribuídos por vários Centros Acadêmicos e coletivos.

Qual é a situação de seu curso?

A universidade pública brasileira está passando por diversas transformações: expansão, reestruturação das estruturas curriculares dos cursos, a tal “reforma universitária”… O governo propõe um modelo de avaliação chamado ENADE (Exame Nacional de Desempenho Estudantil), que pune os cursos mais deficientes com corte de verbas, quando o lógico seria aumentá-las, promove a concorrência entre as universidades através do ranqueamento, além de não avaliar todos os problemas dos cursos.

Sentimos que há uma precarização cada vez maior em nossa formação: faltam coisas fundamentais, como laboratórios equipados, livros na biblioteca, professores/as na sala de aula e um Restaurante Universitário de qualidade (na UFS, só o campus de São Cristóvão tem RESUN!).

Nós queremos propor algo diferente: que nós mesmos/as, estudantes, façamos a avaliação dos nossos cursos! O que falta em seu curso? Quais as dificuldades que você enfrenta na universidade para ter uma educação como gostaria? A assistência estudantil é satisfatória? Os laboratórios do seu curso têm equipamento? E o RESUN (iih, melhor nem falar!)? E os cursos novos, como andam as condições de estudo?

Vamos fazer um raio X da universidade com a nossa perspectiva, com a nossa voz e organizados unirmos forças pra construir soluções e conquistar melhorias, pois muitos dos problemas enfrentados em vários cursos têm a mesma raiz.

Vamos nos mobilizar já pela melhoria da Universidade!
Fica o convite: Plenária Estudantil de Avaliação dos Cursos
Quando? Quarta-feira, 16/09, às 15 horas.
Onde? Entre o Bloco departamental 1 e 2.



- Realização -
C.A’s: Arquitetura, Direito, Comunicação Social, Letras, Agronomia, Educação Física, Física, Psicologia, Enfermagem e Conselho de Residentes da UFS
Executivas de Curso: ENECOS (Comunicação Social), EXNEEF (Educação Física) ENEBIO (Biologia), ABEEF (Eng. Florestal), FEAB(Agronomia)
Coletivos: Uma Outra História, Geografia na Luta, Espaço de Vivência Agroecológica (EVA), Barricadas Abrem Caminhos, Reviravolta-ANEL.

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retirado do blog
http://barricadasabremcaminhos.wordpress.com/
feop

domingo, 30 de agosto de 2009

Diversidade na Idade Média



Será que hoje já sabemos respeitar a diversidade?
A nossa casa, nossa cidade, Universidade e país é realmente uma democracia?
Democracial racial? Sexual? Religiosa?

Intolerância...

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danilo feop

terça-feira, 7 de abril de 2009

perola do dia!!!!


Nada disso foi em vão. Esta matança ainda vai dar ótimos filmes.